Oi
Realmente estou muito ocupada, por isto dei uma sumidinha. Vou montar e te passo, vou arquivar uma que fiz e explicar os passos.
AT
sábado, 13 de novembro de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Mais outro
Ente as correrias da vida, consegui mandar mais um artigo para o semead de efeitos dias-da-semana no mercado de índice acionário.
No entando, um estudo que fiz usando regressão ordinal com'efeito interação entre as va'riáveis (onde deve-se tomar cuidado com a interpretação dos coeficientes e as pessoas, em geral, não tomam cuidados e fixam a categoria de referência de forma não adequada com o que se quer analisar) não foi aprovado. Ainda espero pelo aprovação. Uma hora sai.
No entando, um estudo que fiz usando regressão ordinal com'efeito interação entre as va'riáveis (onde deve-se tomar cuidado com a interpretação dos coeficientes e as pessoas, em geral, não tomam cuidados e fixam a categoria de referência de forma não adequada com o que se quer analisar) não foi aprovado. Ainda espero pelo aprovação. Uma hora sai.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Depois de...
Depois de resolver uma série de problemas pessoais...voltei.
Para os que me mandaram e-mails perguntando sobre algum método de seleção de lags no R. Eu uso este.
GetLeapsAR {FitAR}
R Documentation
Select lags for Best Subset ARp Model
AT++++
Para os que me mandaram e-mails perguntando sobre algum método de seleção de lags no R. Eu uso este.
GetLeapsAR {FitAR}
R Documentation
Select lags for Best Subset ARp Model
AT++++
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Reamostragem
Para quem gosta de construir intervalos para risco, aí vai um exemplo simples de reamostragem de risco.
retorno=rt(100,10)### simulei retornos, mas vc pode pegar dados reais
z = matrix(sample(retorno, 10000*100,rep=T),10000,100)
zz = apply(z,2,sd)quantile(zz,c(0.025,0.975))2* sd(retorno) - quantile(zz,c(0.975,0.025))
### Construindo n intervalos de confiança
nsim<-100 ## número de simulações
res<-sapply(1:nsim,function(i)apply(matrix(sample(retorno, 10000*100,rep=T),10000,100),2,sd))
intervalos<-sapply(1:nsim,function(j) 2* sd(retorno)-quantile(res[,j],c(0.975,0.025)))
intervalos
plot(intervalos[1,],col=3,ylim=c(min(intervalos[1,]),max(intervalos[1,])),type="l",ylab="Desvio padrão", main="Reamostragem")
retorno=rt(100,10)### simulei retornos, mas vc pode pegar dados reais
z = matrix(sample(retorno, 10000*100,rep=T),10000,100)
zz = apply(z,2,sd)quantile(zz,c(0.025,0.975))2* sd(retorno) - quantile(zz,c(0.975,0.025))
### Construindo n intervalos de confiança
nsim<-100 ## número de simulações
res<-sapply(1:nsim,function(i)apply(matrix(sample(retorno, 10000*100,rep=T),10000,100),2,sd))
intervalos<-sapply(1:nsim,function(j) 2* sd(retorno)-quantile(res[,j],c(0.975,0.025)))
intervalos
plot(intervalos[1,],col=3,ylim=c(min(intervalos[1,]),max(intervalos[1,])),type="l",ylab="Desvio padrão", main="Reamostragem")
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Vai deixar saudades
Ontem tive a notícia de falecimento de uma pessoa muita querida: Mauro Sudano.
Eu o conheci no banco e foi Marcos de Azevedo (pessoa admirável) quem apresentou o Mauro para mim. O que mais me impressionava é que nunca prestei serviços para o Mauro e ficava sabendo, por meio de outros, que ele por vezes se lembrava e torcia por mim. O que quero dizer é que ele fazia o bem simplesmente pelo bem, ou seja, sem esperar paga alguma.
Na realidade eu tenho é muita sorte de conhecer pessoas muito boas, as do banco são um exemplo.
Bem, Deus sabe até onde devemos prosseguir, mesmo que a perda cause espanto e desalento, como no meu caso. Tudo tem seu tempo, tempo de vir e ir.
E no final, restam na memória: saudade+saudades^n;n->INF
Eu o conheci no banco e foi Marcos de Azevedo (pessoa admirável) quem apresentou o Mauro para mim. O que mais me impressionava é que nunca prestei serviços para o Mauro e ficava sabendo, por meio de outros, que ele por vezes se lembrava e torcia por mim. O que quero dizer é que ele fazia o bem simplesmente pelo bem, ou seja, sem esperar paga alguma.
Na realidade eu tenho é muita sorte de conhecer pessoas muito boas, as do banco são um exemplo.
Bem, Deus sabe até onde devemos prosseguir, mesmo que a perda cause espanto e desalento, como no meu caso. Tudo tem seu tempo, tempo de vir e ir.
E no final, restam na memória: saudade+saudades^n;n->INF
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
octave, scilab e matlab
E lá vem mais um curso. Agora vou explicar estatística e cálculo integral usando o scilab que é um clone do matlab (e octave, por consequência).
Tenho de preparar os exemplos.
Vamos lá
Tenho de preparar os exemplos.
Vamos lá
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Clusters e seleção de ativos
Acho que mudando o método de ligação fica bom. Vou simular alguns e ver no que dá
dados<-read.csv2("dados2.csv",head=T,dec=",")
str(dados)
attach(dados)
similar1<-rnorm(244,mean(ibov),sd(ibov))
similar2<-rnorm(244,mean(ibov),sd(ibov))
var<-data.frame(usiminas3,csn, gerdau,usiminas5,vale,ibov,similar1, similar2)
str(var)
hc<-hclust(dist(t(var)))
plot(hc,col="blue")
dados<-read.csv2("dados2.csv",head=T,dec=",")
str(dados)
attach(dados)
similar1<-rnorm(244,mean(ibov),sd(ibov))
similar2<-rnorm(244,mean(ibov),sd(ibov))
var<-data.frame(usiminas3,csn, gerdau,usiminas5,vale,ibov,similar1, similar2)
str(var)
hc<-hclust(dist(t(var)))
plot(hc,col="blue")
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Copenhague
É fato e a fonte está em qualquer livro, internet, etc, como esta que retirei: No século XIX o físico Arrhenius demonstrou que o gás carbônico (CO2) possui a propriedade de capturar e armazenar calor2. A concentração atmosférica dos gases de efeito estufa dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxido nitroso (N2O), associados ao vapor d' água condicionam o balanço de energia planetária. Este efeito estufa natural atua como um cobertor térmico impedindo o esfriamento da terra. Vários episódios relacionam as MCG com alterações na biodiversidade. No Ártico a temperatura subiu 5ºC nos últimos 100 anos e desde 1978 suas geleiras diminuem a uma taxa de 3% por década. Os modelos climáticos prevêem que, em 2080, não haverá mais gelo durante os meses de verão, levando à extinção os ursos polares por fome7. As geleiras alpinas perderam metade de seu volume desde 1850, espécies características das baixas montanhas suíças migraram para alta montanha. Os estoques do salmão do Atlântico Norte serão destruídos quando a temperatura regional do oceano aumentar de 6ºC da média histórica. A diminuição no estoque de peixes levou a morte centenas de milhares de aves marinhas nas costas da Califórnia
E ainda perguntam se realmente ocorre mudança climática e se esta é ou não causada pelo homem.... o que dirá de uma sociedade que joga seu próprio dejeto no ambiente primordial à fonte de toda vida terrestre: Água.
Como diz meu pai: Antes havia peixe no Rio das Velhas, agora é só rede e esgoto.
E ainda perguntam se realmente ocorre mudança climática e se esta é ou não causada pelo homem.... o que dirá de uma sociedade que joga seu próprio dejeto no ambiente primordial à fonte de toda vida terrestre: Água.
Como diz meu pai: Antes havia peixe no Rio das Velhas, agora é só rede e esgoto.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Questionários e mais questionários
Agora é ver determinantes de atributos de compra e revenda de defensivos agrícolas. Questionários e mais questionários. Aqui acho que vai uma Análise de Correspondência, acho não, irá.
sábado, 5 de dezembro de 2009
Sucesso completo
A consultoria que dei sobre a identificação dos estágios das empresas em MG usando o procedimento de Kaplan e Cooper e, também, os instrumentais estatísticos foi um verdadeiro sucesso. Acabei não usando Análise de correspondência, mas testes de independência e regressão ordinal. Tudo com bastante cautela e montei um programinha bacana.
Sucesso
Sucesso
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
ANPEC
Estou feliz. Os meus alunos do preparatório ANPEC foram muito bem na prova. Teve gente tirando 10 em mat e 8 em est. 10 em est e 9 em mat. Todos vão conseguir ir para a instituição que desejavam.
Foram 8 meses de estudos, eles mereceram. Não vou citar nomes, mas eles sabem o quanto estou feliz por cada um neste semestre.
Foram 8 meses de estudos, eles mereceram. Não vou citar nomes, mas eles sabem o quanto estou feliz por cada um neste semestre.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Análise de correspondência
É impressionante que quando um tema aparece, aparece tudo ao mesmo tempo. Estou com duas consultorias para terminar: uma de indentificação de fatores relacionados ao sistema integrado de algumas empresas mineiras e outra de indentificação de fatores ligados ao vírus HIV em pessoas sintomáticas.
O questionários nos dois casos é enorme!!! Tem variáveis qualitativas e quantitativas, mas 95% é qualitativa. Fiz algumas análises descritivas e resolvi categorizar as quantitativas. Apliquei os testes de indepedência Qui-quadrado e Person e agora, provavelmente, vou fazer a análise de correspondência para ver uma associação geral. A técnica estatística de Análise de Correspondência ou simplesmente AC permite fazer uma análise explanatória de dados em tabelas de dupla entrada ou múltiplas entradas. AC permite verificar a associação entre variáveis qualitativas e que originam tabelas de contingência. A existência ou não de relação entre variáveis qualitativas pode ser avaliada por meio não só de testes como o Qui-quadrado, onde se avalia se as informações de uma linha determinada tabela são independentes ou nas das informações contidas na coluna, como por meio da AC, onde as linhas e colunas são apresentadas em dimensões reduzidas por meio de pontos em gráficos.
Agora é observar os resultados e tomar as conclusões. Estou montando um algoritmo para poder visualizar melhor os resultados da AC, pois o gráfico não fica muito nítido quando se tem muitas variáveis na tabela. No das empresas, o mais importância é a relação obtidas com os testes Qui-quadrado e pearson, pois a partir deles obtenho a identificação dos fatores e talvez, generalizo, com a AC.
Bem, deixe eu terminar o algoritmo e ver no que dá.
O questionários nos dois casos é enorme!!! Tem variáveis qualitativas e quantitativas, mas 95% é qualitativa. Fiz algumas análises descritivas e resolvi categorizar as quantitativas. Apliquei os testes de indepedência Qui-quadrado e Person e agora, provavelmente, vou fazer a análise de correspondência para ver uma associação geral. A técnica estatística de Análise de Correspondência ou simplesmente AC permite fazer uma análise explanatória de dados em tabelas de dupla entrada ou múltiplas entradas. AC permite verificar a associação entre variáveis qualitativas e que originam tabelas de contingência. A existência ou não de relação entre variáveis qualitativas pode ser avaliada por meio não só de testes como o Qui-quadrado, onde se avalia se as informações de uma linha determinada tabela são independentes ou nas das informações contidas na coluna, como por meio da AC, onde as linhas e colunas são apresentadas em dimensões reduzidas por meio de pontos em gráficos.
Agora é observar os resultados e tomar as conclusões. Estou montando um algoritmo para poder visualizar melhor os resultados da AC, pois o gráfico não fica muito nítido quando se tem muitas variáveis na tabela. No das empresas, o mais importância é a relação obtidas com os testes Qui-quadrado e pearson, pois a partir deles obtenho a identificação dos fatores e talvez, generalizo, com a AC.
Bem, deixe eu terminar o algoritmo e ver no que dá.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Normalidade multivariada
Para se usar Análise Discriminante deve-se verificar a normalidade multivariada. Pode até ser que se consiga obter boas taxas empíricas de classificação, mas as inferências ficam prejudicas. Teste podem conduzir a erros. Assumir apenas que o teorema central do limite multivariado é válido e pronto final não é suficiente, se a base de dados não contiver muitas, muitas observações a depende dos tipos de variáveis que se trabalha.
Por exemplo, a distribuição das observações de uma variável pode ser exponencial, mas a distribuição das médias é normal, da mesma forma vale para os estimadores que são função de estatística suficiente.
Por isto, além do suporte do TCL, é importante fazer não só testes de normalidade multivariada como também gráficos de densidade empírica ou de quantis. Vale ressaltar que se distribuição conjunta é normal, as marginais também serão normal, porém o contrário não é válido.
A Estatística é uma técnica de análise de dados de utilidade vasta, imensa po sinal, mas desde que seja bem usada.
Por exemplo, a distribuição das observações de uma variável pode ser exponencial, mas a distribuição das médias é normal, da mesma forma vale para os estimadores que são função de estatística suficiente.
Por isto, além do suporte do TCL, é importante fazer não só testes de normalidade multivariada como também gráficos de densidade empírica ou de quantis. Vale ressaltar que se distribuição conjunta é normal, as marginais também serão normal, porém o contrário não é válido.
A Estatística é uma técnica de análise de dados de utilidade vasta, imensa po sinal, mas desde que seja bem usada.
terça-feira, 21 de julho de 2009
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Adivinha?!
Estou com um teste de Wilcoxon para fazer. Vou comparar médias entre duas amostras independentes. A questão é: estatística não é mágica! Imagine, abro a base de dados e vejo que me deram os dados em 4 planilhas cheias de códigos e sem nenhuma referência do que se trata. Tem cabimento?.....Nem se eu tivesse uma bola de cristal.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
Finalmente: José Guilherme Chaves!!!
Hoje tive uma boa notícia, vou começar a publicar com meu amigo José Guilherme Chaves Alberto (prof da PUC, entre outras faculdades) .
Estou muito feliz!!!! É um orgulho vamos compartilhar conhecimentos!!!! Diga-se de passagem, fui sua professora particular de cálculo, estatística e programação durante quase dois anos e agora.... vamos tentar publicar juntos!!!
Boa notícia!!!
Estou muito feliz!!!! É um orgulho vamos compartilhar conhecimentos!!!! Diga-se de passagem, fui sua professora particular de cálculo, estatística e programação durante quase dois anos e agora.... vamos tentar publicar juntos!!!
Boa notícia!!!
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Tarefa 98% cumprida
Estou nos finalmentes...Não basatasse o livro que eu e os professores Shikida e Salvato estamos elaborando sobre econometria e estatística usando comandos do Eviews ( detalhe, se juntarmos tudo, teremos mais de 500 páginas, sendo que as quase 370 que fiz ainda tenho de fazer mais algumas revisões,ai ai......). Agora, estou fazendo com o Berttuci uma de regressão aplicada em finanças usando Excel e R para alunos da graduação da PUC. Esta, assim que estiverem prontos os detalhes legais de autoria, vou disponibilizar na internet.
Nossa, como dá trabalho!!!
Nossa, como dá trabalho!!!
domingo, 31 de maio de 2009
Referências
Oi César
Nestes 3 meses foram 3 artigos. O mais importante para o mercado, que eu acho, foi o de bootstrap. Cada um foi para um lugar diferente e está em análise. Este que foi para o congresso refere-se a uma comparação entre os modelos CAPM e CCAPM diante de mudanças estruturais e sob verificação de alteração nos riscos sistemáticos e totais. Tem mais de 60 referências e tem 19 tabelas de análisesde várias carteiras... Deu um trabalho... Mas valeu!. Gosto muito de pesquisar e só neste ano é que comecei a realmente publicar.
Bem, as referências iniciais para entender modelos CAPM e CCAPM são:
BORDURTHA, J. e MARK, N. Testing the CAPM with time-varying risks and returns.
Journal of Finance, v. 46, n.4, 1991.
JAGANNATHAN, R.; WANG, Z. The Conditional CAPM and the cross-section of expected returns. Journal of Finance, v.51, n. p-53, Mar, 1996.
SHARPE, W. Capital Asset Prices: A Theory of market equilibrium under conditions of risk Journal of Finance, v. 19, 425-42, Sept.,1964.
SHARPE, W. The Sharpe ratio. Journal of Portifólio Management, October, 1994.
SHARPE, W. Risk, Market sensitivity, and diversification. Financial Analysts Journal, January-February, 84-88, 1995.
Nestes 3 meses foram 3 artigos. O mais importante para o mercado, que eu acho, foi o de bootstrap. Cada um foi para um lugar diferente e está em análise. Este que foi para o congresso refere-se a uma comparação entre os modelos CAPM e CCAPM diante de mudanças estruturais e sob verificação de alteração nos riscos sistemáticos e totais. Tem mais de 60 referências e tem 19 tabelas de análisesde várias carteiras... Deu um trabalho... Mas valeu!. Gosto muito de pesquisar e só neste ano é que comecei a realmente publicar.
Bem, as referências iniciais para entender modelos CAPM e CCAPM são:
BORDURTHA, J. e MARK, N. Testing the CAPM with time-varying risks and returns.
Journal of Finance, v. 46, n.4, 1991.
JAGANNATHAN, R.; WANG, Z. The Conditional CAPM and the cross-section of expected returns. Journal of Finance, v.51, n. p-53, Mar, 1996.
SHARPE, W. Capital Asset Prices: A Theory of market equilibrium under conditions of risk Journal of Finance, v. 19, 425-42, Sept.,1964.
SHARPE, W. The Sharpe ratio. Journal of Portifólio Management, October, 1994.
SHARPE, W. Risk, Market sensitivity, and diversification. Financial Analysts Journal, January-February, 84-88, 1995.
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